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Tertúlias entre Psicanálise e Convidados

Veja o vídeo sobre o que é TERTÚLIA

Tertúlia VII
24/04/26

O termo "urgência" tem origem no latim urgere, que significa impelir, pressionar ou apressar. Embora o conceito esteja presente tanto na medicina quanto na psicanálise, sua definição assume particularidades em cada uma dessas áreas. Na medicina, urgência refere-se à ocorrência de um evento agudo que afeta o organismo e exige intervenção médica em curto prazo para evitar agravamento (Cordeiro & Miranda, 2020; Sotelo, 2015). Já na psicanálise, urgência designa uma situação clínica em que, diante de uma contingência traumática, o sujeito experimenta uma ruptura temporal, resultando na ausência dos recursos psíquicos normalmente utilizados para lidar com a angústia (Seldes, 2019; Sotelo, 2015).

O atendimento clínico de pessoas em intenso sofrimento psíquico envolve momentos críticos, muitas vezes relacionados ao início de episódios psicóticos ou crises neuróticas graves. Esse processo pode levar a comportamentos motivados por um sofrimento que não é aliviado apenas com psicofármacos, exigindo uma estrutura de acolhimento e cuidado mais abrangente. O trabalho na urgência subjetiva busca devolver a adolescentes e crianças o reconhecimento como sujeitos.

Há que se pensar a urgência subjetiva como um estado caótico que não tem efeito tão somente no sujeito, mas também na ordem social. Além disso, há um excesso de força pulsional que compromete a capacidade de simbolização.

O sujeito, a família, a comunidade, os profissionais, cada um com um olhar sobre a crise, criam itinerários diversos, da punição à oração e/ou internação.

Como delimitar uma escuta antecipada do sofrimento antes do caos?

Tertúlia VI
17/10/25
Arte e Psicanálise
Corpo (a)mostra

O corpo humano sempre foi objeto de interesse de artistas. Museus e livros contam que a arte europeia anterior a 1800 era produzida majoritariamente por homens brancos. É bom que se diga que esta história está sendo contestada. A representação do corpo era encomendada por mecenas que queriam eternizar uma imagem, as vezes até fantasiosa do retratado. Muitas dessas representações nos contam sobre padrões de beleza e comportamento de diferentes épocas e das sociedades que tem a Europa como modelo. Na contemporaneidade, o corpo deixa de ser objeto a ser representado e passa a figurar como o próprio suporte da obra de arte, como atestam obras de artistas mulheres, muitas delas brasileiras. Por que largaram os suportes tradicionais da arte?  O que pretendem essas artistas? O que seus gestos nos contam sobre a nossa época?
               
   “Mulheres artista e o corpo político”,                                                 Katiucya Perigo

Realizado

Tertúlia V
25/04/25
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Diálogo entre  Direito e Psicanálise a partir dos enlaces de poder, típicos das relações do capital-trabalho na subjetividade do trabalhador. Atuais produções e seus modos de sofrimento.
Gisele Hatschbach Bittencourt 
Advoga na Procuradoria Regional da União da 4ª Região. Especialista em Direito Processual e Direito Público. Psicóloga e Autora dos livros "Responsabilidade Extracontratual do Estado", "Manual de Processo do Trabalho" e "A vida é crônica".
Igor Pusch 
Psicanalista membro da Ágora.
Engenheiro mecânico trabalhador na pesquisa, desenvolvimento e inovação científica e tecnológica aplicada à produção industrial, novos negócios e educação nos Estados do Amazonas, Amapá, Acre, Rondônia, Roraima e Paraná.

Direito e Psicanálise
Poder,
Trabalho e
Discurso

Realizado

Tertúlia IV
27/09/24
História da Psicanálise no Brasil
Psicanalistas e Capitalismo: resistimos?
Da origem à contemporaneidade.

A partir de certas considerações sobre capitalismo e discurso capitalista, pretendemos no nosso próximo encontro pensar sobre as incidências na prática analítica desses dois elementos; um como sistema econômico e social, o outro como discurso que não faz laço. 
O convite é para juntos refletirmos não apenas sobre as condições de sofrimento que a partir dali se gestam, mas sobre como a própria prática dos analistas é afetada. Assim, queremos gerar condições para uma discussão aberta que nos permita refletir sobre nossa própria posição enquanto "resistentes".
                                                           Consuelo Arancibia

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Tertúlia III
23/04/24

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História e Psicanálise
Por que a Guerra?

Tertúlia II
25/08/23

Tecnologia e Psicanálise
O Advento do homo techno: estaríamos em uma perspectiva pós-humana?

Realizado

Tertúlia I 31/03/23

Filosofia, Psicanálise e Medicina
Loucura e Psicose

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